Sobre mim
Chamo-me António Eduardo Martins Palmeira e sou de Apúlia. O mar sempre esteve perto: o meu avô materno foi o Patrão José António Faria Martins, de Apúlia — a Estação Salva-Vidas de Apúlia e uma praça da terra têm o nome dele.
Vivi e trabalhei 25 anos na Alemanha. Voltei à minha terra e hoje trabalho num armazém em Apúlia, o meu atelier, onde faço modelos de barcos — catraias (barco poveiro), caravelas e naus —, letreiros e reclames luminosos e miniaturas em resina, impressas em 3D na minha Anycubic Photon.
Talvez já conheça um trabalho meu sem o saber: fiz a silhueta do presépio na parede da igreja de Apúlia e o conhecido presépio azul na parede de uma casa branca perto da praia de Apúlia, na Rua do Facho, por onde passam muitos peregrinos do Caminho de Santiago.
O atelier recebe visitas só por marcação. Se tem uma ideia, fale comigo.